A Secretaria do Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog) realizou primeira reunião de elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) 2020 com a Rede de Planejamento Municipal (RPM). O encontro, ocorrido no auditório do Instituto de Previdências do Município (IPM), durante a tarde da sexta-feira (28/6), proporcionou esclarecimentos quanto ao planejamento orçamentário que será seguido no desenvolvimento do documento.

“Sempre aproveitamos esse momento para ressaltar a importância do orçamento na gestão, principalmente no modelo de gestão por resultado, enfatizando a responsabilidade com as entregas à sociedade. É importante que as equipes se atentem ao conceito do documento, retratando os compromissos da gestão, bem como o que temos como missão e que reanalisem seus produtos e projetos propostos”, explicou a coordenadora do planejamento, orçamento e monitoramento da Sepog, Paíta Façanha.

Além do planejamento para a elaboração do documento, a Sepog também apresentou o cronograma de atividades, desenvolvido pela Coordenadoria de Planejamento, Orçamento e Monitoramento (Coplam), responsável pelos instrumentos de planejamento e orçamento do município. Após a reunião, as equipes receberam as propostas enviadas pela sociedade por meio do Fortaleza Participa, que devem ser analisadas até dia 10 deste mês, afim de estudar a inclusão ou não na LOA.

Em paralelo, cada órgão estará trabalhando no desenvolvimento de suas próprias propostas e demandas, atividade essa que deve ser finalizada até dia 26 de julho. Após a entrega à Coplam (29/7), as propostas serão estudadas até dia 16 de agosto. Por fim, foram apresentadas as melhorias presentes no Sistema Integrado de Orçamento e Planejamento de Fortaleza (Siopfor) que proporcionam maior integração entre o ele e o Sistema de Monitoramento e Acompanhamento dos Projetos Prioritários de Fortaleza (Mappfor).

A Coplam prevê o envio da LOA 2020 finalizada ao Legislativo no dia 15 de novembro.

Fortaleza Participa
É um espaço criado pela Prefeitura Municipal de Fortaleza visando potencializar a participação pública na concepção, debate e desenvolvimento coletivo de ideias, demandas e projetos de interesse social. A proposta é incentivar a articulação de grupos locais e a construção colaborativa mesmo à distância, fortalecendo a democracia participativa.